Le scaphandre et le papillon

meteorologia: calor! calor!
pecado da gula: churrasco
teor alcoolico: cerveja e tequila
audio: rapaduracast
video: 007

Le scaphandre et le papillon, direção Julian Schnabel
Sentei pra assistir ao filme já achando que iria cochilar a qualquer momento. Afinal, seria improvável eu ficar atenta a um filme sobre um homem que sofre um AVC, fica 3 semanas em coma e depois acorda paralisado, com apenas o olho esquerdo funcionando. Contrariando as expectativas, não só não dormi como achei incrível a forma como o roteirista e o diretor transpuseram para a película o livro de Jean-Do Bauby. Tocante a atuação de Mathieu Amalric (lembro dele como o vilão de Quantum of solace), totalmente impossibilitado, assim como Bauby, de transmitir qualquer emoção a não ser com a expressão de seu olho e um ou outro trejeito facial.
É uma ode à força do espírito humano, mesmo que a primeira frase “ditada” pelo seu olho seja para exprimir seu desejo de morrer. O que se segue é o esforço de um indivíduo para se expressar apesar da sua condição, apesar de estar trancafiado em si mesmo.

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