Intouchables

meteorologia: chuva chata
pecado da gula: um cone de nutty bavarian
teor alcoolico: uma stella artois
audio: spinoff podcast s06e07
video: numb3rs

Intouchables (2012)
roteiro e direção: Olivier Nakache, Eric Toledano

Sinopse:
Philippe (François Cluzet) é um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um jovem problemático. De início, eles enfrentam vários problemas, já que ambos têm temperamento forte, mas aos poucos passam a aprender um com o outro.
(fonte: site Playarte Cinema)

Pela temática, pode parecer que se trata de um drama, daqueles que arrancam lágrimas do espectador a cada dez minutos. Mas não é o caso. É lógico que há um pouco de drama, tanto pela condição física de Philippe quanto pela condição social de Driss. Contudo, o que mais se sobressai no filme é o humor leve que permeia toda a estória. A interação entre os personagens garante boas risadas, daquelas que nos deixam com a sensação de que não importa o tamanho do problema, sempre há uma brecha para o humor.

O elenco é responsável por boa parte da empatia. Cluzet – cada vez mais parecido com Dustin Hoffman – constrói um personagem bastante emblemático, mesmo tendo como “instrumentos” apenas sua face e sua voz. Com um pouco mais de recursos, fez-me lembrar bastante de Mathieu Amalric em O escafandro e a borboleta (post aqui). E Omar Sy faz o contraponto perfeito, sendo expansivo e debochado.

Enfim, vale assistir.

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