Iniciando a semana do Oscar: "O diabo veste Prada"

meteorologia: calor, muuuuuuuuuuito calor
pecado da gula: pastel de feira
teor alcoolico: brejas pra enfrentar o calor
audio: Groove Armada

O diabo veste Prada (The devil wears Prada), direção David Frankel
Baseado na obra homônima de Lauren Weisberger, o filme conta a trajetória de uma jornalista recém-formada contratada como segunda-assistente da toda-poderosa editora-chefe da mais importante revista de moda dos EUA (Runway = Vogue). A jornalista em questão é a própria Lauren Weisberg – no filme, Andrea “Andy” Sachs (Anne Hathaway) – contratada em meados dos anos 90 como assistente de alguma megera da revista Vogue – no filme, Miranda Priestly (Meryl Streep).
O diretor, também responsável pela série Sex and the city, não chega a explorar com afinco a questão da (ir)relevância da alta-costura. Mas nem por isso o filme deixa de ser interessante.
Mas vale mesmo é pela presença de Meryl Streep como a chefe megera. Excepcional como sempre, encarna com perfeição a personagem que quase nunca sorri e fala num tom sempre baixo e controlado, exalando arrogância que julga ser seu direito.
Apesar da excelência de sua interpretação, Meryl provavelmente não deve levar a estatueta para casa. Afinal, já recebeu duas: melhor atriz coadjuvante em Kramer vs. Kramer e melhor atriz em Sophie’s choice. Talvez um Oscar pelo conjunto da obra quando estiver já bem “velhinha”.

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