Tarzan

meteorologia: calor… noite de lua cheia
pecado da gula: misto-quente
teor alcoolico: alguns chopps (parei de contar depois do 5o…)
audio: madeleine peyroux
video: tarzan e sua companheira

Tarzan & his mate, direção Cedric Gibbons
Sessão flashback total. Voltei aos meus 7-8 anos de idade, quando acordava cedo aos domingos para assistir Johnny Weismuller como Tarzan. Aos olhos de hoje, o filme é quase um clássico trash. Mas vale pela (re)lembrança. É interessante perceber como os parâmetros mudam. Como a malícia é encarada tão diferentemente dos dias de hoje. Não se vê um beijo na boca entre o casal Tarzan e Jane (aliás, acho que apenas um beijo). Em compensação, Jane nada praticamente nua numa cena em que o casal está se divertindo num lago no meio da selva. Aparecer semi-nua pode, beijar na boca, não pode. Chega a ser engraçado. Apesar de datado, pela imagem em preto-e-branco e pelos efeitos toscos aos nossos olhos habituados a malabarismos visuais no estilo de Avatar, os filmes de Tarzan são diversão garantida.

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